A Olimpíada acabou, mas ainda podemos visitar as principais obras deste grande evento mundial. Além das 7 principais sedes de Tokyo 2020, separamos mais 7 edifícios que valem a pena visitar. Nomes premiados do Japão e diversos outros grandes nomes da arquitetura, dentre eles os maiores escritório do mundo, como Gensler e Nikken, olha a lista; Kengo Kuma, Kenzo Tange, Fumihiko Maki, Yamashita Sekkei, Nikken Sekkei, Nihon Sekkei, Kajima Corporation, Mamoru Yamada, Rafael Viñoly Architects, Gensler Architects, Shoichi Haryu, Hitoshi Abe e Environment Design Institute.

Estádio Nacional do Japão – Kengo Kuma (2019)

Responsável pela abertura, encerramento do evento e também pela maior polêmica que tivemos em relação às edificações, já que originalmente seria um projeto feito pela renomada Zaha Hadid, mas diante de custos e diversas discussões, realizaram um novo concurso/licitação em que Kengo Kuma ganhou.

Mais adaptado às construções tradicionais, o estádio tem elementos em madeira de cedro.

Estádio Nacional - Kengo Kuma. Foto: Arne Müseler/Wikicommon

Estádio Nacional – Kengo Kuma. Foto: Arne Müseler/Wikicommon

Projeto alvo das polêmicas Estádio Nacional – Zaha Hadid. Foto: Zaha Hadid Architects

Estádio Nacional Yoyogi – Kenzo Tange (1964)

Para redução de custos e sustentabilidade, o Japão aproveitou muito as localidades e ou edificações das Olimpíadas de 1964, um belo exemplo é o Estádio Nacional Yoyogi feito pelo granhador do Prêmio Pritzker Kenzo Tange.

Estádio Nacional - Kengo Kuma. Foto: Arne Müseler/Wikicommon

Estádio Nacional Yoyogi – Kenzo Tange. Foto: Kakidai/Wikicommons

Arena Ariake – Tange Associates e Yamashita Sekkei (2020)

A curiosidade desta obra, é que o filho de Kenzo Tange participou do projeto pela Tange Associates, uma bela homenagem ao famoso pai. Um ponto deste projeto é que a cobertura curvada recebe painéis solares.

São duas edificações nesse mesmo bairro “Ariake” a Arena e o Centro Ariake.

Estádio Nacional - Kengo Kuma. Foto: Arne Müseler/Wikicommon

Arena Ariake – Tange Associates e Yamashita Sekkei. Foto: Arne Müseler/Wikicommon

Centro Ariake – Nikken Sekkei + Shimizu Corporation (2019)

O outro edifício do bairro é inspirado em uma embarcação, composto por uma grande estrutura de madeira, considerado o maior teto deste material no mundo, bem alinhada com a tradição japonesa, também acompanha uma estrutura feita em aço.

Estádio Nacional - Kengo Kuma. Foto: Arne Müseler/Wikicommon

Centro Ariake – Nikken Sekkei + Shimizu Corporation. Foto: Arne Müseler/Wikicommon

Arena Kokugikan – Kajima Corporation (1985)

Mais uma arena com arquitetura super tradicional e reutilizada durante os jogos, é uma casa de sumô.

Estádio Nacional - Kengo Kuma. Foto: Arne Müseler/Wikicommon

Arena Kokugikan – Kajima Corporation. Foto: Kakidai/Wikicommon

Nippon Budokan – Mamoru Yamada (1964)

Com referência as templos japoneses, esse projeto, também dos anos 60 tem forma octogonal e um visual bem característico.

Estádio Nacional - Kengo Kuma. Foto: Arne Müseler/Wikicommon

Nippon Budokan – Mamoru Yamada. Foto: Kakidai/Wikicommons

Fórum Internacional de Tóquio – Rafael Viñoly Architects (1997)

Com duas paredes de vidro com 60 metros de altura em seu lobby principal, segundo os arquitetos, é uma das estruturas mais ousadas do Japão, e aí, concorda?

Estádio Nacional - Kengo Kuma. Foto: Arne Müseler/Wikicommon

Fórum Internacional de Tóquio – Rafael Viñoly Architects. Foto: Kakidai/Wikicommons

Saitama Super Arena – Ellerbe Becket + Nikken Sekkei (2000)

É uma das maiores instalações esportivas do Japão, e não poderia ficar de fora das Olimpíadas, o edifício tem diversas inovações tecnológicas e materiais de alta qualidade.

Estádio Nacional - Kengo Kuma. Foto: Arne Müseler/Wikicommon

Saitama Super Arena – Ellerbe Becket + Nikken Sekkei. Foto: Divulgação/Tokyo2020

Izu Velodrome – Gensler Architects (2011)

Uma das poucas instalações feitas por estrangeiros, nada menos que um dos maiores escritório do mundo o estúdio americano Gensler, é uma cúpula que abriga 250 metros feita para o ciclismo.

Estádio Nacional - Kengo Kuma. Foto: Arne Müseler/Wikicommon

Izu Velodrome – Gensler Architects. Foto: Divulgação/Tokyo2020

Ginásio metropolitano de Tóquio – Fumihiko Maki (1991)

Mais um edifício “reaproveitado” e também de um ganhador do Prêmio Pritzker, o Ginásio ocupa o mesmo local de outro Ginásio feito para 1964, totalmente remodelado em 1991.

Estádio Nacional - Kengo Kuma. Foto: Arne Müseler/Wikicommon

Ginásio metropolitano de Tóquio – Fumihiko Maki. Foto: Kakidai/Wikicommons

Makuhari Messe Hall – Fumihiko Maki (1989)

Dobradinha do Maki, esse foi feito em pré-moldado, aço estrutural e uma cobertura curva totalmente dinâmica.

Estádio Nacional - Kengo Kuma. Foto: Arne Müseler/Wikicommon

Makuhari Messe Hall – Fumihiko Maki. Foto: Kakidai/Wikicommons

Estádio Miyagi – Shoichi Haryu e Hitoshi Abe (2000)

Feito para a Copa de 2002 o Miyagi virou um grande problema desde então, poucos eventos, pouco público e grande manutenção, a Olimpíada veio como uma boa forma de diminuir os prejuízos.

Estádio Nacional - Kengo Kuma. Foto: Arne Müseler/Wikicommon

Estádio Miyagi – Shoichi Haryu e Hitoshi Abe. Foto: Kakidai/Wikicommons

Musashino Forest Sport Plaza – Nihon Sekkei (2017)

O edifício do famoso Sekkei impressiona pela estrutura toda orgânica e incomum, um dos edifícios que foram feitos para as Olimpíadas, vale a visita.

Estádio Nacional - Kengo Kuma. Foto: Arne Müseler/Wikicommon

Musashino Forest Sport Plaza – Nihon Sekkei. Foto: Arne Müseler/Wikicommon

Centro Tatsumi – Environment Design Institute + Mitsuru Senda (1990)

Concreto armado  é a base do Tatsumi, seu telhado possui uma estrutura em treliça de aço e abriga diversas competições desde 1990.

Estádio Nacional - Kengo Kuma. Foto: Arne Müseler/Wikicommon

Centro Tatsumi – Environment Design Institute + Mitsuru Senda. Foto: Arne Müseler/Wikicommon